quarta-feira, 3 de junho de 2015

Strong Magnets With Printed Poles Have Endless Engineering Applications

 

 

The Brilliant Idea: Magnets printed with multiple poles, opening the door to myriad applications.

 

magnetic snowboard binding

Snowboard Bindings

Two magnets tightly attract when aligned but repel when twisted more than 45 degrees, easily clicking on and off. Other apps: cycling cleats, pick-proof locks, standard prosthetic-limb fittings.

Spinal Implants

Magnetic discs attract and repel simultaneously, offering friction-free cushioning for bones of the spine. Other apps: bearings for energy-storing flywheels, assembly-line arms.

Idiot-Proof Assembly

Magnets on the joints of furniture or toys click together only when correctly aligned, making Christmas Eve easier for dads everywhere. Other apps: car parts, aircraft machinery.

(Icons by Dogo)

Innovator: Larry Fullerton, Correlated Magnetics Research

Larry Fullerton set out to invent a self-assembling magnetic toy that would fuel his grandchildren's passion for science. Instead, he invented a way to manipulate magnetic fields that redefines one of the fundamental forces of nature.

Fullerton's breakthrough tramples the long-held assumption that magnets have two opposing poles, one on each side. He found that if he used heat to erase a magnetic field, he could then reprogram material to have multiple north and south poles of differing strengths. "People look at magnets as having a north pole and a south pole. That limits your thinking," he says. "I came along from the field of radar and said, 'Hey, that's not a magnet—it's a vector field!'"

To program the magnets, Fullerton invented a device—picture a printer whose head emits 200,000-amp bursts of electricity rather than ink—that creates magnetic pixels he calls "maxels." Using the printer and some vector math, Fullerton is now learning how to produce magnets that exhibit different behaviors. The practical applications appear limitless: from precision switches and a new generation of fasteners to robots that can scale walls without touching them.

www.popularmechanics.com

terça-feira, 2 de junho de 2015

Courtney Tailor

 




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Os segredos de quem fala dezenas de idiomas

 

 

David Robson Da BBC Future

Em uma tarde ensolarada em Berlim, Tim Keeley e Daniel Krasa conversam sem parar. Começam em alemão, mas logo passam ao hindi, ao nepalês, ao polonês, ao croata, ao mandarim e ao tailandês. O papo flui como se não houvesse barreiras entre as línguas. Juntos, os dois são capazes de falar mais de 20 idiomas.

No mesmo endereço, encontro outros indivíduos como eles. Alguns se reúnem em grupos de três e parecem brincar de interpretar duas línguas ao mesmo tempo.

Para mim, tudo isso seria a receita para uma bela dor de cabeça, mas para eles, a situação é bastante comum: estamos todos em Berlim para o Polyglot Gathering, um encontro de cerca de 350 pessoas capazes de falar vários idiomas.

Uma grande parcela dos participantes da reunião é de "hiperglotas", que, como Keeley e Krasa, dominam pelo menos dez línguas.

Um dos linguistas mais experientes que conheci em Berlim, Richard Simcott, lidera uma equipe de poliglotas em uma empresa chamada eModeration – e sabe falar 30 idiomas.

E eu, com meu inglês nativo, um parco domínio do italiano e um dinamarquês rudimentar, estou aqui para descobrir os segredos desses indivíduos.

Leia mais: Como os olhos revelam nossos pensamentos

Leia mais: Como aprender algo sem fazer esforço

 

Estudos mostram que o aprendizado de um novo idioma é a melhor 'ginástica mental'

Muitos de nós acreditamos que aprender uma nova língua é um esforço hercúleo. De fato, temos muitos sistemas diferentes de memória, e dominar um idioma requer todos eles.

Há a memória processual, que programa os músculos para os pequenos movimentos capazes de gerar a pronúncia e o sotaque, e a memória declarativa, que é a habilidade de lembrar fatos (ou seja, pelo menos 10 mil novas palavras se você quiser ter uma fluência quase nativa, sem contar a gramática).

Além disso, essas palavras e estruturas têm que estar na ponta da língua – a não ser que você queira soar como um robô. Isso é programado pelas memórias "implícita" e "explícita".

Tanto esforço mental tem suas recompensas. Para começar, trata-se da melhor "ginástica" que você pode dar a seu cérebro: vários estudos científicos já mostraram que falar muitos idiomas pode melhorar a atenção e a memória, formando uma "reserva cognitiva" que atrasa o desenvolvimento da demência.

Ao analisar a experiência de imigrantes, Ellen Bialystok, da Universidade York, no Canadá, descobriu que falar dois idiomas chegou a adiar em cinco anos os casos de demência. Os que sabiam três línguas foram diagnosticados 6,4 anos depois de indivíduos monoglotas, enquanto aqueles com fluência em quatro ou mais idiomas ficaram até nove anos sem sofrer da doença.

Leia mais: Como lidar com a nossa hiperconectividade?

Leia mais: O surpreendente lado ruim de ser inteligente

Nunca é tarde

'Hiperglotas' em geral são mais abertos a novas culturas e a novas amizades

Mas até pouco tempo atrás, muitos neurocientistas sugeriam que a maioria de nós teria passado do melhor período para obter fluência em um novo idioma, que, segundo eles, seria a infância.

Ainda assim, a pesquisa de Bialystok indica que essa percepção pode ter sido exagerada. Ela descobriu que nossa capacidade de aprendizado apresenta apenas uma suave queda conforme envelhecemos.

Aliás, muitos dos hiperglotas que conheci em Berlim adquiriram o domínio de alguns idiomas em um estágio mais avançado da vida. Keeley, por exemplo, passou a infância na Flórida e só na idade adulta começou a viajar o mundo e aprender outras línguas, chegando hoje a uma fluência em 20 delas.

No entanto, duas perguntas ainda precisam ser feitas: como esses hiperglotas conseguem aprender tantos idiomas? E será que podemos ser como eles?

Bom, é verdade que muitos deles são bem mais motivados do que a maioria de nós; outros também tiveram a vantagem de mudar de um país, aprendendo uma nova língua praticamente na marra.

Leia mais: Nove explicações psicológicas para nosso fascínio por listas

 

Reinventar é preciso

Keeley, que está escrevendo um livro sobre os "fatores sociais, psicológicos e afetivos para o aprendizado de vários idiomas", acredita que não se trata apenas de uma questão de inteligência. "Ter uma habilidade analítica torna o processo mais rápido, mas não é fundamental", afirma.

Para ele, aprender uma nova língua faz uma pessoa reinventar a percepção que tem de si mesma – e os melhores linguistas são particularmente bons em assumir novas identidades. "Você se torna um camaleão", diz ele.

Psicólogos há tempos sabem que as palavras que entoamos estão associadas à nossa identidade – cada língua é relacionada a normas culturais que afetam o comportamento de quem as fala. E muitos estudos descobriram que os poliglotas geralmente adotam comportamentos diferentes dependendo do idioma que falam.

Segundo Keeley, resistir ao processo de reinvenção pode atrapalhar o aprendizado. Hoje professor de administração transcultural na Universidade de Kyushu Sangyo (Japão), ele recentemente fez uma pesquisa com chineses que estavam aprendendo japonês para testar a "permeabilidade" de suas personalidades. Como suspeitava, as pessoas que mais pontuaram em quesitos como adaptabilidade e percepção dos outros tinham muito mais fluência no novo idioma.

Leia mais: As falhas numéricas que podem causar desastres

 

Apoderando-se da língua

Como isso acontece? Os cientistas já sabem que quando uma pessoa se identifica com outra, ela tende a imitá-la, um processo que poderia melhorar o aprendizado de uma língua.

Mas a identidade adotada, e as memórias associadas, também podem evitar que você a confunda com seu idioma nativo, construindo barreiras neurais entre as línguas. "Isso mostra que o que conta não é só o tempo que você passa aprendendo ou usando os idiomas. A qualidade desse tempo é fundamental", explica Keeley.

De todos os poliglotas, o ator americano Michael Levi Harris é quem pode melhor demonstrar esses princípios. Ele fala fluentemente dez idiomas e um conhecimento intermediário de outros 12.

Para Harris, qualquer pessoa pode aprender a adotar uma nova "máscara" cultural, e tentar imitar o som de outras línguas é um primeiro passo. A segunda etapa é não ter vergonha de produzir alguns ruídos "estranhos" que alguns idiomas têm, como os sons guturais do árabe, por exemplo.

"É uma maneira de se apoderar da língua, que é o que nós atores fazemos para convencermos a plateia de que aqueles diálogos são naturais", explica. "Quando você se apodera do idioma, fala com mais confiança e estabelece uma relação com as outras pessoas".

Os linguistas também acreditam que praticar um pouco e com frequência ajuda muito no aprendizado – nem que seja por 15 minutos, quatro vezes por dia. "A analogia com o exercício físico funciona muito bem", diz Alex Rawlings, que criou uma série de oficinas poliglotas para ensinar suas técnicas. E não é preciso ir muito fundo: ouvir uma música ou praticar um diálogo naquela língua já ajuda.

Todos os hiperglotas que conheci são genuinamente entusiasmados com os benefícios que esse talento trouxe a eles – inclusive a chance de fazer amigos e conexões e até transpor barreiras culturais.

Como disse a organizadora do encontro em Berlim, Judith Meyer, ela viu russos conversando com ucranianos e palestinos trocando ideias com israelenses. "Aprender uma nova língua realmente abre a porta para um novo mundo", define.

Leia mais: Os segredos do poder de manipulação

Leia mais: O surpreendente lado ruim de ser bonito

Leia a versão original desta reportagem em inglês no site BBC Future.

SanDisk goes big on capacity and small on form factor

 

 

SanDisk's new Extreme 500 and Extreme 900 lines of portable SSDs

SanDisk's new Extreme 500 and Extreme 900 lines of portable SSDs

SanDisk, whose flash memory offerings are usually in the form of memory cards and SSDs for laptops, desktops and enterprise applications, has now expanded into the portable SSD market. Its new Extreme 900 and Extreme 500 lines of portable SSDs were revealed alongside its highest capacity USB flash drive and the world's smallest 128 GB thumb drive at Computex in Taiwan.

With no moving parts, solid-state flash memory has obvious advantages for portable hard drives that are likely to be subjected to their fair share of rough and tumble, so it's no big surprise to see that SanDisk has put the technology into its line of Extreme 500 rugged drives.

Available in capacities of 120, 240 and 480 GB, the drives measure 2.98 x 2.98 x 0.42 in (75.7 x 75.7 x 10.7 mm) and sport a rubber bumper that helps make them shock resistant up to 800 G at 0.5 m/sec. Featuring a USB 3.0 interface, they offer sequential read/write speeds of up to 415 and 340 MB/s, respectively.

But these numbers pale in comparison to the larger Extreme 900 models, which come in 480 GB, 960 GB and 1.92 TB capacities and boast maximum transfer speeds of 850 MB/s. They feature a USB 3.1 interface and come with cables for both full-sized USB Type-A and the new Type-C ports.

Also at Computex, SanDisk revealed its largest capacity USB flash drive, the SanDisk Ultra USB 3.0 Flash Drive, as well as the "world's smallest 128 GB USB 3.0 flash drive", the SanDisk Ultra Fit USB 3.0 Flash Drive. The former packs 256 GB of storage capacity, with SanDisk claiming transfer speeds of up to 100 MB/s, while the latter packs 128 GB of storage capacity into a tiny, low profile form factor. This marks a doubling of capacity in the form factor that was initially launched last year.

The Extreme 500 drives will be priced at US$100, $150 and $240 for the 120 GB, 240 GB and 480 GB models, respectively, while the 480 GB, 960 GB and 1.92 TB Extreme 900 models will sell for $400, $600 and $1,000, respectively. Meanwhile, the 256 GB Ultra USB 3.0 is priced at $200, and the 128 GB Ultra Fit USB 3.0 is priced at $120.

Source: SanDisk

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Um Preço Muito Alto - Neurocientista relata seus estudos e sua relação com as drogas

 

Por Leandro de Matos -

Intercalando passagens biográficas e dados científicos sobre suas pesquisas e estudos, o primeiro cientista afro-americano da Universidade de Columbia, Dr. Carl Hart, entrega por meio de relatos transparentes e sinceros, sua perspectiva sobre diversos pontos relacionados aos mais diversos tipos de entorpecentes no livro Um Preço Muito Alto, publicado pela Editora Zahar recentemente.

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Há mais de 20 anos estudando o comportamento humano e as funcionalidades do cérebro sob o efeito de narcóticos, Dr. Hart nem sempre dispôs de oportunidade e chances para exercitar sua curiosidade incessante. De origem pobre, ele nasceu e viveu nos guetos de Miami e desde cedo, convivia com sérios problemas familiares e observava atento, quais eram as reais causas que levavam aquele contexto. Pobreza, marginalização, desemprego crônico e a falta de oportunidades, são só alguns exemplos de uma gama de fatores que acometiam a família Hart e toda as comunidades afrodescendentes da época. As drogas eram apenas um desses elementos, uma consequência, ‘uma saída’ quase que inevitável diante de dificuldades tão presentes. Mesmo se mantendo firme em suas aspirações e objetivos, Hart foi mais um na fatídica estatística de jovens negros envolvidos com drogas, tráfico e pequenos delitos, mas soube usar o esporte, a literatura, a música e até o exército como alicerces para a difícil transição da adolescência para a fase adulta.

Seus primeiros estudos científicos eram aplicados em ratos e pelo resultado obtido nesses experimentos, o cientista estendeu a execução desses estudos para humanos. Basicamente, Hart monitorava o comportamento dos roedores ao serem condicionados ao uso de cocaína e da nicotina e o quanto dessas práticas seriam definitivas para considerá-los dependentes dessas substâncias. Foi observado que esse roedores abandonavam o autocondicionamento com as drogas, mediante tivessem acesso a outras opções de recompensa. Interessante o apontamento do cientista, em elencar alguns pontos semelhantes desses experimentos com o comportamento humano submetidos a condicionamentos semelhantes. Na década de 50, a ciência acreditava que o vício estava ligado a dopamina, um neurotransmissor produzido e liberado no cérebro, que dentre diversas outras funções, também é responsável pela sensação de prazer e satisfação tão associada aos efeitos obtidos com uso de entorpecentes.

No decurso da leitura fica claro um questionamento central:

O que diferencia o usuário do viciado em drogas?

Dr. Carl apresenta argumentos e dados para responder essa e outras perguntas durante o livro. Durante suas pesquisas ele chegou a algumas conclusões surpreendentes, tais como de que 80% a 90% daqueles que fazem o uso de qualquer tipo de droga, não são considerados viciados. Ele alega que para o indivíduo ser considerado viciado, precisa estar inserido em outros contextos (sociais e até emotivos) e que por consequência, venham a atrapalhar suas funções psicossociais. Dentre outras de suas afirmativas está de que a maconha não é uma porta de entrada para ‘as drogas mais pesadas’, apontando que muitos fazem uso de forma recreativa ou até mesmo terapêutica. Sem fazer apologias, Hart levanta a proposta de que são necessárias novas concepções das políticas públicas para o tema. Afirma que a internação compulsória (à força) é antiética e desnecessária naquilo que se propõe e que do ponto de vista educacional, é necessária uma abordagem sobre o uso das drogas de modo geral. Tomando por base o resultado de algumas ações praticadas em Portugal, o cientista é perspicaz em afirmar que uma das atitudes necessárias para a desbanalização das drogas seria por meio da descriminalização, ou seja, não tratar como crime condições comuns aos usuários de drogas, tais como o porte e o uso em si. No país citado, essas práticas são tratadas em semelhante modo como multas de transito, onde não há a tipificação de crime, apenas de uma infração.

Visando quebrar paradigmas e estabelecer novas interpretações sobre o assunto, Um preço muito alto, propõe traçar um novo panorama sobre o uso, o vício e o que entendemos sobre as drogas. Um livro interessante e audacioso, que apresenta argumentações plausíveis para um melhor entendimento e consequências destas. Seja levantando questionamentos ou elucidando outros mais, é necessário reconhecer a importância desse livro como um precursor de um campanha que a passos lentos, visa não proclamar a liberdade do consumo das drogas, mas sim entender quais os fatores intrínsecos e sociais que levam ao vício.

Assista o book trailer:

Ficha Técnica

Título: Um Preço Muito Alto
Autor: Carl Hart
Editora: Zahar
Ano: 2014
Páginas: 328
Gênero: Ciências

Para consumir mais da leitura:

  • Carl Hart é um dos participantes do documentário de 2012, The House I Live In, que trata sobre o dilema dos direitos humanos na política contra as drogas nos EUA.
  • Assista um trecho da entrevista concedida ao médico oncologista e escritor brasileiro, Dr. Drauzio Varella.

 

 

Fashion Revisited as 80s Pop Graphic Illustrations

 




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Posted: 01 Jun 2015 01:15 PM PDT

L’illustratrice Lauren Rolwing rend hommage aux grandes maisons de couture en créant de superbes portraits graphiques illustrant les tenues qui ont marqué les défilés. De Saint-Laurent à Dior en passant par Acne et Comme des garçons, ces portraits s’inspirent subtilement des travaux d’Ikko Tanaka et du style suisse de Paul Rand.