terça-feira, 14 de abril de 2015

Recruiting the entire immune system to attack cancer

Tue, 04/14/2015 - 11:30am

Anne Trafton, MIT News Office

The human immune system is poised to spring into action at the first sign of a foreign invader, but it often fails to eliminate tumors that arise from the body’s own cells. Cancer biologists hope to harness that untapped power using an approach known as cancer immunotherapy.

Orchestrating a successful immune attack against tumors has proven difficult so far, but a new study from Massachusetts Institute of Technology (MIT) suggests that such therapies could be improved by simultaneously activating both arms of the immune system. Until now, most researchers have focused on one of two strategies: attacking tumors with antibodies, which activate the innate immune system, or stimulating T cells, which form the backbone of the adaptive immune system.

By combining these approaches, the MIT team was able to halt the growth of a very aggressive form of melanoma in mice.

“An anti-tumor antibody can improve adoptive T-cell therapy to a surprising extent,” says Dane Wittrup, the Carbon P. Dubbs Professor in Chemical Engineering at MIT. “These two different parts of the immune therapy are interdependent and synergistic.”

Wittrup, an associate director of MIT’s Koch Institute for Integrative Cancer Research and also a faculty member in the Department of Biological Engineering, is the senior author of a paper describing the work in Cancer Cell. Lead authors are graduate students Eric Zhu and Cary Opel and recent PhD recipient Shuning Gai.

Enlisting the immune system
Antibody drugs for cancer, which include rituximab and Herceptin, are believed to work by binding to cancer proteins and blocking the signals that tell cancer cells to divide uncontrollably. They may also draw the attention of cells belonging to the innate immune system, such as natural killer cells, which can destroy tumor cells.

Adoptive T cell therapy, on the other hand, enlists the body’s T cells to attack tumors. Billions of T cells flow through the average person’s bloodstream at any given time, each specialized to recognize different molecules. However, many tumor proteins do not provoke T cells to attack, so T cells must be removed from the patient and programmed to attack a specific tumor molecule.

Wittrup and his colleagues made the discovery that they could generate both types of immune responses while they were experimenting with improving antibody drug performance with a signaling molecule called IL-2, which helps boost immune responses.

Scientists have tried this strategy before, and about a dozen such therapies have gone through phase I clinical trials. However, most of these efforts failed, even though the antibody-IL-2 combination usually works very well against cancer cells grown in a lab dish.

The MIT team realized that this failure might be caused by the timing of IL-2 delivery. When delivered to cells in a dish, IL-2 sticks around for a long time, amplifying the response of natural killer cells against cancer cells. However, when IL-2 is injected into a patient’s bloodstream, the kidneys filter it out within an hour.

Wittrup and his colleagues overcame this by fusing IL-2 to part of an antibody molecule, which allows it to circulate in the bloodstream for much longer. In tests in mice with a very aggressive form of melanoma, the researchers found they could stop tumor growth by delivering this engineered form of IL-2, along with antibody drugs, once a week.

Immune synergy
To their surprise, the researchers found that T cells were the most important component of the anti-tumor response induced by the antibody-IL-2 combination. They believe that the synergy of IL-2-induced cells and cytokines, and the antibody treatment, creates an environment that lets T cells attack more effectively.

“The antibody-driven innate response creates an environment such that when the T cells come in, they can kill the tumor. In its absence, the tumor cells establish an environment where the T cells don’t work very well,” Wittrup says.

Cells called neutrophils, which are considered the immune system’s “first line of defense” because they react strongly to foreign invaders that enter the skin through a cut or other injury, were also surprisingly important.

“They’re a really powerful force in your immune system, but people in immunotherapy don’t usually focus on neutrophils. They don’t really consider them as a viable tool,” Zhu says. “It pointed us to the idea that although T cells and natural killer cells are important, maybe we’re forgetting about a part of the immune system that is also really important and could help us achieve our goals of ultimately curing the tumors.”

The researchers also found that when they delivered an antibody, IL-2, and T cells targeted to the tumor, the adoptively transferred T cells killed cancer cells much more successfully than when only T cells were delivered. In 80 to 90% of the mice, tumors disappeared completely; even when tumor cells were re-injected into the mice months after the original treatment, their immune systems destroyed the cells, preventing new tumors from forming

In a related paper that appeared recently in the Proceedings of the National Academy of Science, the MIT team also found that delivering IL-2 bound to any kind of antibody, even if the antibody did not target a protein on the tumor cell surface, would halt or slow tumor growth, especially if additional doses of the antibody alone were also given. Graduate student Alice Tzeng was the lead author of that study.

The researchers are now exploring additional proteins that could be added to the IL-2 and antibody combination to make immunotherapy more effective. In the meantime, simply giving patients more prolonged exposure to IL-2 could improve the effectiveness of existing antibody drugs, Wittrup says.

Source: Massachusetts Institute of Technology

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domingo, 12 de abril de 2015

As deliciosas abobrinhas.

 

Se alguém acha que estou digitando abobrinhas aqui eu tenho uma boa resposta. Não acho que sejam abobrinhas, mesmo porque os meus leitores são em número reduzido, então, tanto faz, não irá mudar o mundo mesmo. Mas pelo menos algo estou fazendo.
Agora, a minha boa resposta : Em milênios de Filosofia, Literaturas do mais alto nível, às centenas de milhões, isso não resolveu nossas questões mundanas de maneira plena, completa. Tivemos avanços, mas a cada passo para diante, damos 2 para trás.

A Ciência, a Tecnologia tem avançado profundamente nos últimos 100 anos. Então por que ainda existem tantos problemas sociais, econômicos, e de todos os tipos possíveis?

Porque faltam algumas ações mágicas nesse mar de Ciência e Tecnologia.  "Organização, Direcionamento racional, Objetividade, e mais algumas."

O grande erro é tentar por em prática o  que um determinado ramo da Ciência desenvolveu,  de uma maneira definitiva. Não é somente tal Ciência em si que está em jogo. São detalhes dela que contam mais, que poderão serem até mais importantes. Como por exemplo, a maneira como ela será implementada, gerenciada, distribuida. A Ciência exige aprimoramentos constantes nesse sentido. Não se pode deixar em nenhum instante de trabalhar nela em seus mínimos detalhes.  A mídia é parte importantíssima nos esclarecimentos de dúvidas em relação à uma nova Ciência, à uma nova Tecnologia. Divulgação, descrição dos detalhes, vantagens, cuidados, tudo enfim, e também em relação à Ciências já desenvolvidas há tempos.


A propósito, você já comeu abobrinha ? Um excelente legume, cozinha rápido, ficando bem macio. Com um bom tempero a abobrinha fica deliciosa..

JSMelo

 

sábado, 11 de abril de 2015

Uma breve análise sobre drogas.

 

Nós tomamos drogas psico-ativas não para resolver os nossos problema pessoais, mas para podermos conviver com nossos semelhantes. Medicamentos tranquilizadores, álcool, fumo, drogas ilegais, etc.

A sociedade exige comportamentos adequados, que muitas vezes são gerados por ignorância de certos valores morais mas que via de regra não podemos praticá-los.  Nesses momentos, apelamos para comprimidos e gotas que controlam nossas ansiedades para ficarmos sintonizados com os padrões morais vigentes.

A quantidade de medicamentos controlados fabricados e comercializados em todo o mundo é impressionante. Eles são apenas tidos como controlados, mas na verdade nunca se sabe o que o usuário faz com o medicamento em sua casa, qual a dose tomada, a frequencia durante o dia, etc.

Em suma, vivemos mergulhados num mar de substâncias que controlam as nossas emoções mas que cobram um alto preço por isso. Econômicamente, essa parafernália de substâncias químicas gera centenas de milhões de empregos, diretos e indiretos pelo mundo todo. Mas no balanço final a humanidade sai perdendo de 10 a zero.  Um controle rigoroso desses medicamentos poderia proporcionar inúmeras vantagens para a sociedade como um todo. Mas neste velho mundo, o dinheiro continua falando muito mais alto. Muitas bulas de medicamentos precisam de uma lupa para que você as leia. Claro que isso é proposital.

E estamos comentado apenas medicamentos controlados. Álcool e cigarros são uma praga imensa, de consequências terrivelmente danosas e que ceifam vidas precocemente.

Nos anos 40/50 a droga mais usada eram os barbituratos, principalmente o fenobarbital. No início ainda não se conhecia sua principal armadilha, a tolerância.
Um certo escritor famoso que fazia uso do fenobarbital, à certa altura precisa de uma dose noturna que faria dormir um cavalo. Morreu expelindo sangue por todos os orifícios do corpo. Terrível mesmo, isso.

Depois disso todos conhecemos a sequencia da história. Enfim, o que podemos fazer por hora, é comentar e lamentar.

JSMelo

Soluções mágicas, fáceis, rápidas.

 

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Vamos supor que o meu blog tivesse 100 milhões de leitores diários porque eu sou respeitadíssimo como uma pessoa hiper-inteligente. E o que uma pessoa assim dissertaria em uma postagem especial em seu blog? O que todos esperam ler, "soluções para os nossos surrados problemas, de toda ordem, de todos os tipos possíveis".
Tudo bem, eu aceito o desafio.  Vou desfilar as verdades mais irretorquíveis, as soluções mais esclarecedoras, objetivas e infalíveis. Para mim isso seria mamão-com-açúcar, porque eu sou hiper-inteligente. Mas vou ter que dividir a postagem em vários segmentos porque não caberiam tantas soluções em uma única postagem.

Alguns dias antes eu anuncio essa minha intenção. No mundo dos internautas todos comentam eufóricos. "Dentro de 3 dias seremos bafejados pela mente mais prodigiosa que o mundo já conheceu. Prevê-se então que em vez de 100 milhões de leitores, metade de todos os internautas no mundo, cerca de 500 milhões, ficarão plantados em frente à seus computadores aguardando o momento mágico para finalmente saírem do sufôco, pessoas e países.
Finalmente a verdade, dizem todos. Estamos salvos.  O José Sidenei está prestes a salvar toda a humanidade, reverter todo o sufocante quadro sócio-econômico, proporcionar justiça, educação e saúde para todos. 

Chega o grande dia. A postagem surge aos olhos esbugalhados e mentes famintas de soluções em todos os recantos do muindo. 

E então acontece um drama imprevisto. Cada um interpretará as soluções à seu modo, e dentro de algum tempo cada um irá desligando seus computadores porque as soluções são conflitantes demais para eles. Todos querem soluções, mas soluções mágicas, fáceis, rápidas. Soluções que darão trabalho? Nem pensar.

JSMelo

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Terribilíssimo é apenas um apelido.

Segundo o IBGE, o câncer é a segunda maior causa de mortes no Brasil - sendo responsável por 15,6% dos óbitos -, perdendo apenas para doenças cardiovasculares (como infarto e hipertensão). Isso se deve, principalmente, à maior exposição aos fatores de risco, como o cigarro, alimentação inadequada e o abuso do álcool. Em contrapartida, quem segue uma vida mais saudável consegue prevenir-se e diminuir os riscos de ter a doença. Para estimular a população na luta pelo controle e prevenção, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) lançou uma cartilha listando os dez passos que afastam a doença. 

Neste Dia Mundial de Combate ao Câncer, conheça quais os hábitos recomendados e por que eles são tão necessários para quem quer evitar um câncer.

Não fume

Segundo estatísticas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o tabagismo é a principal causa de câncer evitável no mundo. Ao queimar o cigarro, as consequências são sentidas não apenas por quem fuma, mas também por todos ao seu redor. Para se ter uma ideia, 90% dos casos de câncer de pulmão tem o cigarro como responsável - os outros 10% são decorrentes do fumo passivo. O tabagismo também é o grande culpado por 30% da ocorrência de outros tipos de câncer, como boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero e leucemia.

O cigarro carrega cerca de 4720 substâncias, sendo mais de 400 delas altamente cancerígenas. Algumas delas, como o benzeno, estão ligada ao câncer de fígado e leucemia. Já o alcatrão está diretamente relacionado aos cânceres de pulmão, vias aéreas, brônquios e bexiga. Veja aqui como as substâncias do cigarro afetam o organismo.

Tudo que tem no cigarro faz mal?
Sim, sem qualquer exceção. De acordo com o pneumologista Alberto de Araújo, presidente da comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, não existe nenhum componente no cigarro que não seja nocivo a nossa saúde. "Alguns componentes nós sequer conhecemos".
O médico afirma que já foram identificadas mais de 5 mil substâncias na fumaça do tabaco, dentre elas gases e partículas cancerígenas, agrotóxicos usados durante o plantio da folha de tabaco e que são mantidos no processo de ressecamento para a fabricação do cigarro, dentre outros. Antes de mais nada é preciso entender que não existe limite seguro de consumo do tabaco. "Diferente do álcool, ele não pode ser consumido com moderação", afirma Alberto.  

Diferente do álcool, o cigarro não pode ser consumido com moderação

A vilã mais popular
Quando se fala sobre cigarro e seus efeitos nocivos, logo pensamos na nicotina. Embora esteja longe de ser a única vilã presente no tabaco, ela é a principal agente causadora do vício.
Os especialistas afirmam que a nicotina consegue fazer em apenas 10 segundos todo o percurso por nosso corpo: ser inalada e absorvida pelo pulmão, entrar em nossa corrente sanguínea e desencadear um impacto cerebral, liberando substâncias que propiciam uma imensa sensação de prazer. "Essa rapidez de impacto cerebral só é comparada com a cocaína", conta Alberto. 

cigarro - Foto Getty Images

cigarro

O vício começa justamente quando a nicotina se liga aos receptores do nosso sistema nervoso, desencadeando a liberação de diversas substâncias, como dopamina, que dão a sensação de prazer, melhoram a memória, deixam a pessoa mais alerta, tiram o apetite, entre outros. Esses sintomas são os que a pneumologista Maria Vera Castellano, membro da Sociedade Paulista de Pneumologia, chama de reforço positivo.
Porém, quando o nível de nicotina no sangue cai, isso mais ou menos umas duas horas depois do primeiro cigarro, a pessoa sente falta desse reforço positivo e tem uma crise de abstinência. Os sintomas relacionados à abstinência, ou reforço negativo, são irritação, nervosismo, dor de estômago, insônia e aumento do apetite.

A nicotina consegue fazer em apenas 10 segundos todo o percurso por nosso corpo. Essa rapidez só é comparada com a cocaína.

"A dependência se dá pela alternação do reforço positivo com o negativo", diz a pneumologista. Quando o fumante sofre uma crise de abstinência, procura fumar outro cigarro para sentir novamente o reforço positivo. E assim se inicia o ciclo vicioso.
As doenças relacionadas à nicotina são: aumento do ritmo cardíaco, infarto agudo do miocárdio, derrame cerebral, angina, elevação do colesterol ruim (LDL), menopausa precoce, gastrite, úlcera gástrica, enfisema pulmonar, bronquite crônica, doença obstrutiva arterial periférica, tromboangeite obliterante, obstrução progressiva das artérias que pode culminar em amputação, além dos sintomas agudos como irritações nasais, na garganta e nos olhos, tonturas e dor de cabeça. 

mulher fumando - Foto Getty Imagesmulher fumando

Os perigos do alcatrão
Alcatrão é o nome que se dá ao conjunto de substâncias presente no tabaco e que são absorvidas pelo fumante quando ele acende o cigarro. Ele é responsável pelas manchas na pele, nos dentes e dedos do fumante, além de se depositar nos pulmões, deixando-o com uma coloração castanha escura. Segundo a pneumologista Maria Vera Castellano, ele está relacionado diretamente a cânceres no pulmão, bexiga, vias aéreas e brônquios.
Entre os seus compostos são encontrados cerca de 43 substâncias cancerígenas, entre elas:
Benzeno: ele está presente na composição de detergentes e da gasolina, além de ser utilizado como pesticida. "Ao ser inalado, ele é absorvido pelos pulmões, onde provoca danos irreversíveis", diz Alberto. As doenças relacionadas à inalação do benzeno são enfisema pulmonar, asma (até nas crianças e adultos que são vítimas do fumo passivo) e câncer no fígado. "A exposição ao benzeno durante mais de 20 anos pode inclusive provocar leucemia", completa Alberto. 

No cigarro também é possível encontrar metais pesados, que são extremamente tóxicos ao nosso organismo.

Polônio: é um elemento radioativo, extremamente prejudicial a nossa saúde. A radiação produzida por esse isótopo, em situações normais, é bloqueada pelas camadas da nossa pele. Porém, quando inalada via fumaça, ela se deposita nas vias aéreas, emitindo radiação às células a sua volta, contaminando-as e causando tumores pulmonares.
Níquel: material usado na produção de aço inoxidável, moedas e pilhas alcalinas. O pneumologista Alberto de Araújo conta que, quando inalado, o níquel deposita-se no fígado, rins, coração, pulmões, ossos e dentes. "Sua inalação provoca alterações no estômago e aumenta as chances de infecções respiratórias e câncer", diz o especialista. 

cigarro - Foto Getty Images

cigarro

Metais Tóxicos
No cigarro também é possível encontrar uma série de metais pesados, que são extremamente tóxicos ao nosso organismo e se depositam principalmente no fígado e rins. "O corpo leva de 10 a 30 anos para conseguir eliminar essas substâncias", diz Alberto. Ele ainda afirma que pessoas com mais de 20 anos de vício podem não conseguir reverter todas as agressões, podendo causar complicações em algum desses órgãos. Dentre os metais pesados presentes no cigarro, os principais são esses:
Arsênio: ele é usado como pesticida durante o plantio do tabaco e não se perde durante a fabricação do cigarro. Uma vez dentro do corpo, ocasiona lesões no fígado, rins, coração, pulmões, ossos e dentes, onde fica armazenado.
Acetato de chumbo: comum em tinturas de cabelo, o acetato de chumbo afeta principalmente os pulmões e rins. "Quando em grandes quantidades, pode incapacitar ou dificultar a ventilação dos pulmões, gerando falta de ar, enfisema e câncer de pulmão", diz Maria Vera. 

fumo passivo - Foto Getty Images

fumo passivo

Gases que matam
A fumaça que o fumante libera na atmosfera ao tragar o cigarro também é um veneno, não só para ele como para as pessoas que estão a sua volta e podem inalá-la. Os principais componentes da fumaça do cigarro e os riscos relacionados a eles são:
Monóxido de carbono: poluente muito comum na atmosfera, em ambiente fechado é o principal gás componente da poluição do tabaco. Os especialistas explicam que o monóxido de carbono, quando inalado, compete com o oxigênio na ligação com a hemoglobina. Ou seja: ele toma o lugar do oxigênio na ligação com nossas células sanguíneas, dificultando o transporte de oxigênio por todo nosso corpo, causando assim dificuldade de respirar. Ao se ligar às nossas hemácias ele também deixa o sangue mais grosso, fazendo com que nosso corpo tenha que produzir mais hemácias para suprir a quantidade parasitada pelo monóxido de carbono.  

Os cigarros mentolados costumam ser porta para o vício de diversos jovens.

Por deixar nosso sangue mais denso, o monóxido de carbono pode facilitar a formação de plaquetas, que virarão trombos, que poderão obstruir as artérias e dar margem a doenças cardíacas e derrame cerebral. "Inclusive pessoas que não fumam, mas que já apresentam algum problema cardiovascular, podem sofrer de dificuldade respiratória, asma e até ataque cardíaco ao inalar a fumaça do cigarro", conta Alberto.
"Se você tem muito monóxido de carbono no corpo pode ter tontura, diminuição do nível de consciência e desmaios", diz Maria Vera.  

cigarro pulmão - Foto Getty Imagescigarro pulmão

Cetonas: mais conhecido como removedor de esmaltes em forma de acetona, as cetonas são um produto entorpecente e inflamável.
A inalação das cetonas em pequenas quantidades irrita a garganta e causa tonturas e dores de cabeça. Porém, se inalada em grandes quantidades pode causar uma intoxicação grave e levar a pessoa à morte.
Terebentina: é uma substância tóxica obtida através da extração de resinas de pinheiros. Muito conhecida como diluente e removedor de tintas a óleo. Ao ser inalada provoca irritação nos olhos, vertigem, desmaios e lesões no sistema nervoso, dependendo da quantidade. 

jovem fumante - Foto Getty Imagesjovem fumante

Cigarros mentolados são mais ou menos vilões?
Os cigarros ditos mentolados são aqueles que possuem sabor, como menta e cravo. Muito popular entre adolescentes por ter um gosto mais doce do que os cigarros normais, os mentolados costumam ser o primeiro cigarro e porta para o vício de diversos jovens.
Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Medicina e Odontologia de New Jersey, nos Estados Unidos, sugere que os cigarros mentolados fazem com que a pessoa tenha mais dificuldade para largar o vício. E isso se dá justamente por seu gosto refrescante, que mascara o amargo da nicotina e alcatrão.
A pesquisa revela ainda que as pessoas que fumam cigarros mentolados tendem a fumar menos cigarros por dia, porém, tragam mais profundamente, ficando assim expostas às mesmas quantidades de substâncias nocivas.  

Saiba mais

Segundo dados da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o número de marcas de cigarros com sabor já representa 22% dos tipos à venda.Uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Câncer aponta que 45% dos fumantes de 13 a 15 anos consomem os tais cigarros com sabor.
O presidente da comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia afirma que os aditivos presentes no cigarro mentolado não amenizam o efeito nocivo do tabaco, porém ainda não é possível medir as consequências do consumo desses aditivos. "Não sabemos como esses produtos são adicionados ao tabaco, já que é uma informação confidencial. Por isso é difícil dizer quais são as consequências da ingestão dessas substâncias", afirma. 

terça-feira, 3 de março de 2015

Schermi LCD riproducono gli ologrammi della Principessa Leia

 

Una startup mira a dare ai dispositivi portatili la capacità di riprodurre immagini e video olografici a colori.

di Mike Orcutt |

Questo “modulo olografico” di 5x5 cm sarà il primo prodotto commerciale della della startup Leia.

In una famosa scena di Guerre Stellari, la Principessa Leia chiede aiuto a Obi-Wan Kenobi in un videomessaggio olografico proiettato per aria da R2D2. Secondo David Fattal, nel futuro prossimo, smartphone ed altri dispositivi mobili potranno mostrare qualcosa di simile.
La prossima settimana, in occasione del Mobile World Congress di Barcellona, la società di Fattal, propriamente battezzata
Leia, presenterà un prototipo del suo schermo 3-D. Entro quest’anno, la società intende mettere in commercio un piccolo schermo in grado di produrre immagini e video 3-D a colori che sono visibili – senza l’ausilio di occhiali speciali – da 64 punti di vista differenti.
La chiave alla tecnologia di Leia è un’invenzione di Fattal che sfrutta i progressi fatti nel controllo dei percorsi intrapresi dalla luce su nanoscala. Il concetto, che Leia descrive come “multiview backlight”, è stato presentato la prima volta due anni fa su un
documento di Nature (vedi "Un nuovo tipo di schermo 3D modifica radicalmente le immagini in movimento").
Al tempo, Fattal era un ricercatore presso i laboratori HP e il suo lavoro era applicato alle interconnessioni ottiche, che permettono ai computer di scambiare informazioni codificate nella luce. In quel periodo però, si sarebbe reso conto che questa stessa idea poteva essere utilizzata anche per mostrare immagini olografiche, e avrebbe deciso di lasciare Hewlett-Packard per perseguire la sua idea.
Le interconnessioni ottiche si affidano a strutture in nanoscala, denominate reticoli di diffrazione, che in base all’angolo da cui la luce le colpisce, costringono i raggi di luce a viaggiare lungo precise direzioni. Fattal si è reso conto che, invece di utilizzare i reticoli di diffrazione per inviare la luce attraverso un cavo per trasmettere dati, poteva progettarli per inviare la luce in direzioni determinate nello spazio, e che questo poteva costituire la base per uno schermo olografico 3-D.
La società ha affinato il design iniziale di Fattal per migliorare la qualità delle immagini ed ha già sviluppato un sistema per fare uscire gli ologrammi da un convenzionale schermo a cristalli liquidi (LCD). Secondo
Gordon Wetzstein, un professore di ingegneria elettrica dell’Università di Stanford che studia le tecnologie per schermi di prossima generazione, i tratta di un risultato impressionante perché significa che la tecnologia è pronta per essere commercializzata
Ciascuno schermo LCD monta un elemento di retroilluminazione che è composto da sue parti: una fonte di luce ed una “guida luce” in plastica. La guida serve a direzionare la luce verso i pixel dello schermo; le immagini compaiono sullo schermo in base alla quantità variabile di luce che viene bloccata prima che raggiunga ciascun pixel.
Leia ha fondamentalmente sostituito la classica guida luce con una molto più sofisticata dotata di reticoli in nanoscala. La nuova guida ha un controllo molto migliore sulla direzione seguita dalla luce prima di raggiungere i pixel. Invece di guidare tutta la luce in maniera uniforme, la guida è in grado di indirizzare un singolo raggio di luce verso un singolo pixel dello schermo. Leia ha impostato il suo schermo per inviare 64 immagini differenti, ciascuna delle quali viene prodotta da 1/64o dei pixel disponibili, e incorporarle in maniera tale da permettere al cervello di percepirle come un ologramma unico. La risoluzione risulta parzialmente sacrificata, per cui il processo potrebbe essere più difficile da applicare sugli schermi più grandi ma, secondo Wetzstein, i dispositivi portatili di oggi vantano già una risoluzione talmente elevata che gli utenti avranno difficolta a farci caso.
Guardando ai primi utenti che potrebbero cominciare a sviluppare nuove applicazioni e contenuti, la società ha intenzione di introdurre nel mercato asiatico un piccolo modulo portatile.
La domanda più importante riguardo questi schermi 3-D, specialmente dopo il fallimento dell’ultima ondata di televisori 3-D, è cosa servirà per convincere le persone ad acquistarle.
I videogiochi portatili sembrerebbero essere un’ovvia opportunità.
Leia ha creato una
risorsa online che può essere utilizzata dagli sviluppatori per convertire le grafiche e le animazioni 3-D esistenti in contenuti compatibili con la sua tecnologia. Un creatore di contenuti può importare una grafica o un’animazione 3-D già in uso in rete o in un videogioco, e lo strumento della Leia lo frammenta automaticamente nelle 64 immagini necessarie per generare un ologramma.
Non è possibile trovare un video olografico che sia più simile a quello della Principessa Leia. Per quanto la sua immagine sembrasse visibile da tutti i lati, la tecnologia di Fattal permette di vedere l’ologramma entro un arco di 60°, e già per questa impresa è necessario posizionare precisamente 64 immagini. Al Mobile World Congress, Fattal intende mostrare una videochiamata in tempo reale che richiederà un’ingombrante schiera di videocamere. Secondo lui, questo genere di impostazione potrebbe essere ottimizzato con un dispositivo dedicato, come un insieme di videocamere posizionate sul retro di un televisore per registrare le immagini di una persona che osserva lo schermo e trasmetterle via Internet a un altro schermo. “È certamente qualcosa di fattibile nel futuro prossimo”, dice.
(MO)

Minhas músicas preferidas /8/ Are you lonesome tonight

Lonesome tonight

Happiness

Happiness

segunda-feira, 2 de março de 2015

Pens filled with high-tech inks for do-it-yourself sensors

Researchers drew sensors capable of detecting pollutants on a leaf.

A new simple tool developed by nanoengineers at the University of California, San Diego, is opening the door to an era when anyone will be able to build sensors, anywhere, including physicians in the clinic, patients in their home and soldiers in the field. The team from the University of California, San Diego, developed high-tech bio-inks that react with several chemicals, including glucose. They filled off-the-shelf ballpoint pens with the inks and were able to draw sensors to measure glucose directly on the skin and sensors to measure pollution on leaves.

Skin and leaves aren't the only media on which the pens could be used. Researchers envision sensors drawn directly on smart phones for personalized and inexpensive health monitoring or on external building walls for monitoring of toxic gas pollutants. The sensors also could be used on the battlefield to detect explosives and nerve agents.

The team, led by Joseph Wang, the chairman of the Department of NanoEngineering at the University of California, San Diego, published their findings in the Feb. 26 issue of Advanced Healthcare Materials. Wang also directs the Center for Wearable Sensors at UC San Diego.

"Our new biocatalytic pen technology, based on novel enzymatic inks, holds considerable promise for a broad range of applications on site and in the field," Wang said.

The biggest challenge the researchers faced was making inks from chemicals and biochemicals that aren't harmful to humans or plants; could function as the sensors' electrodes; and retain their properties over long periods in storage and in various conditions. Researchers turned to biocompatible polyethylene glycol, which is used in several drug delivery applications, as a binder. To make the inks conductive to electric current they used graphite powder. They also added chitosan, an antibacterial agent which is used in bandages to reduce bleeding, to make sure the ink adhered to any surfaces it was used on. The inks' recipe also includes xylitol, a sugar substitute, which helps stabilize enzymes that react with several chemicals the do-it-yourself sensors are designed to monitor.

Reusable glucose sensors

Wang's team has been investigating how to make glucose testing for diabetics easier for several years. The same team of engineers recently developed non-invasive glucose sensors in the form of temporary tattoos. In this study, they used pens, loaded with an ink that reacts to glucose, to draw reusable glucose-measuring sensors on a pattern printed on a transparent, flexible material which includes an electrode. Researchers then pricked a subject's finger and put the blood sample on the sensor. The enzymatic ink reacted with glucose and the electrode recorded the measurement, which was transmitted to a glucose-measuring device. Researchers then wiped the pattern clean and drew on it again to take another measurement after the subject had eaten.

Researchers estimate that one pen contains enough ink to draw the equivalent of 500 high-fidelity glucose sensor strips. Nanoengineers also demonstrated that the sensors could be drawn directly on the skin and that they could communicate with a Bluetooth-enabled electronic device that controls electrodes called a potentiostat, to gather data.

Sensors for pollution and security

The pens would also allow users to draw sensors that detect pollutants and potentially harmful chemicals sensors on the spot. Researchers demonstrated that this was possible by drawing a sensor on a leaf with an ink loaded with enzymes that react with phenol, an industrial chemical, which can also be found in cosmetics, including sunscreen. The leaf was then dipped in a solution of water and phenol and the sensor was connected to a pollution detector. The sensors could be modified to react with many pollutants, including heavy metals or pesticides.

Next steps include connecting the sensors wirelessly to monitoring devices and investigating how the sensors perform in difficult conditions, including extreme temperatures, varying humidity and extended exposure to sunlight.

Plans unveiled for Google's new Mountain View headquarters

 

Google has commissioned top-tier architects Bjarke Ingels (of BIG) and Thomas Heatherwick ...

Google has commissioned top-tier architects Bjarke Ingels (of BIG) and Thomas Heatherwick to design its new green headquarters in Mountain View, California (Image: Google)

Image Gallery (9 images)

Google has released renders and preliminary information regarding its planned new headquarters in Mountain View, California. Finer details are unavailable at this stage, but the firm has commissioned top-tier architects Bjarke Ingels (of BIG) and Thomas Heatherwick to handle the design, and what information we do have points toward a sustainable, flexible, and future-proof headquarters for the company.

In contrast with the forbidding closed loop design of Apple's sustainable Cupertino campus by Norman Foster, Google's new digs appear more fragmented, open, and accessible.

"We're really making sure that we make spaces very open and accessible, so it's not just for Googlers but for anyone in the area to come by," says David Radcliffe, the firm's Vice President of Real Estate.

Google says a significant portion of the HQ's energy needs will be met sustainably, but (e...

Intended for the North Bay Shore area of Mountain View, the renders evoke more of a futuristic college campus feel than that of a secretive technology center, and it comprises a number of buildings with large transparent roofs that allow plenty of natural light. The renders also show a mash-up of both Ingels' and Heatherwick's style in places (such as the above image, for example), and it will be interesting to see if the end result will be a clash of egos or that of two "starchitects" complimenting each other's strengths.

The proposal features bike paths, lakes, and greenery, and cyclists are offered shelter from the rain in some areas with large solar canopies. Google says a significant portion of the HQ's energy needs will be met sustainably, but we've no word on how much yet, nor of any other sustainable tech in the works. Car parks are hidden from sight underground, and the renders show a focus on landscaping in a concerted effort to offer visitors and staff a greater connection with nature.

Intended for the North Bay Shore area of Mountain View, the renders revealed so far show a...

Another potentially interesting but vague nugget of information revealed is that the headquarters will apparently be flexible and future-proof. "Instead of constructing immoveable concrete buildings, we’ll create lightweight block-like structures which can be moved around easily as we invest in new product areas," added Radcliffe.

From this, we could infer anything from a novel system of movable buildings to simply easily-dismantled prefabs that can be extended when required. Time will tell.

 

Source: Google