segunda-feira, 1 de junho de 2015

20 Life Hacks Everyone Wants To Try Before They Die

 

 

By Awesome Daily Staff on May 22, 2015

Remember these two awesome articles we published a while back? unethical life hacks to help you get what you want and 20 unethical life hacks you desperately want to try . well, this is a whole new article full of life hacks to help you get your way easy! Some of them are pretty sneaky, but they actually work!

 

1: OMG! life changing!

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2: This saves me so much drinks

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3: Sneaky – but clever

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4: How did i not know about this

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5: Or, you can just buy a new one you cheap basterd

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6: Tried it, works!

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7: This is a familiar trick

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8: This is better then television

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9: This is for professional toasters lovers only

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10: This is important

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11: And they’re hilarious

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12: But I want my internet back

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13: Life saver

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14: This works on every speaker

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15: Sounds weird, need to try this

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16: Very useful!

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17: But they always keep coming back

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18: This is very cruel, please don’t do this

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19: This actually works

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20: You kids:)

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Source: Imgur

 

83 links para quem trabalha com palavras

 

 

 

Abaixo: caixa de ferramentas com muitas, muitas palavras para você consertar, encaixar, construir. Confira também a nossa lista para baixar 2 mil livros grátis.

  1. Infopedia.pt | 22 dicionários online (PC, tablet e smartphone)
  2. Conversor do Acordo Ortográfico | texto
  3. Conversor do Acordo Ortográfico | ficheiros
  4. Dicionário de símbolos;
  5. Dicionário da Língua Portuguesa;
  6. UOL Educação;
  7. Dicionário de Francês; (link de atribuição em caso de cópia: Livros e Afins)
  8. Palavra do Dia;
  9. Academia Brasileira de Letras;
  10. American Sign Language – ASL;
  11. Cambridge Dictionaries Online – Cambridge University Press;
  12. Conjuga-me;
  13. DeltCi – Dicionário Eletrônico de Terminologia em Ciência da Informação;
  14. Definr – Incredibly fast dictionary;
  15. Dicionário Aurélio Online;
  16. Dicionário Espírita Online;
  17. Dicionário Online de Japonês da Yamasa;
  18. Dicitionary and Thesaurus – Merriam-Webster Online;
  19. Dictionary.com;
  20. Dictionary.hm – Free Online Dictionary;
  21. Fazfacil – Dicionários;
  22. Forvo: the pronuncioation guide;
  23. I love languages – Your guide do languages on the web;
  24. Lexikon – iDicionário Aulete.
  25. Lingro;
  26. Longman Online;
  27. Macmillan Online;
  28. Meus dicionários;
  29. Mondofacto word tools;
  30. ODLIS: Online Dictionary for Labrary and Information Science;
  31. Onelook Diciotionary Search;
  32. Overhyped;
  33. Redefine the dictionary – wordia;
  34. Save the words;
  35. Wordfind – site para identificar anagramas;
  36. 9 maneiras de detectar plágio em textos e documentos;
  37. Biographical Dictionary – Breves biografias com nome, profissão e datas de nascimento e morte de 28 mil personalidades;
  38. Biography.com – Biografias de 25 mil personagens históricos e do presente, contendo a data de nascimento de cada um deles;
  39. Bushido Online – Apresenta um glossário com termos relacionados às artes marciais; bushido significa à maneira do guerreiro;
  40. Catholic Encyclopedia – Versão digital de uma extensa enciclopédia sobre o catolicismo publicada no início do século XX;
  41. Enciclopédia Portuguesa de Direitos Humanos – Compilação de textos jurídicos sobre o tema e sobre o papel das Nações Unidas e da União Europeia;
  42. Encyclopaedia Britannica – Contém os 32 volumes dessa enciclopédia. O conteúdo completo é pago;
  43. Encyclopaedia of the First World War – Contém batalhas, heróis, armas, cronologia, estatísticas e até táticas da Primeira Guerra Mundial;
  44. Encyclopedia.com – Apresenta 57 mil verbetes da sexta edição da Columbia Encyclopedia. Links levam a textos de revistas e jornais e a ilustrações;
  45. Encyclopedia Mithica – Especializado em mitologia, este site define deuses, seres supernaturais, monstros e outras lendas;
  46. Fact Monster – Almanaque, atlas, dicionário e enciclopédia em formato adequado para crianças. Em inglês;
  47. Guinness World Records – Alguns dos recordes mundiais do célebre almanaque Guinness;
  48. Instrument Encyclopedia – Interessante iniciativa, com fotos e explicações sobre instrumentos de todo o mundo;
  49. Internet Archive – Dedicado a registrar a evolução da Internet, este catálogo já possui mais de 10 bilhões de páginas;
  50. Information Please – Reúne almanaques sobre áreas variadas, como ciência, esportes e história;
  51. JewishEncyclopedia.com – Enciclopédia judaica com cerca de 15 mil verbetes escritos entre 1901 e 1906;
  52. Mithos – Em português, traz personagens mitológicos africanos, árabes, greco-romanos, entre outros;
  53. Ponteiro – Fácil de usar, este guia indica fatos importantes que aconteceram em cada dia do ano;
  54. Portugal – Dicionário Histórico – Apresenta fatos e pessoas importantes na história de Portugal. Em sete volumes organizados entre 1904 e 1915;
  55. Quotations Page – Reúne cerca de 18 mil citações de 2.300 romancistas, pensadores e políticos, organizadas por autor ou assunto;
  56. Skeptic’s Dictionary – Apresenta crenças e ideias fornecendo dicas de como pensar criticamente sobre elas;
  57. Symantec Security Response – Enciclopédia de vírus digitais e alarmes falsos. Oferece dicas de como identificá-los e precaver-se;
  58. Symbols.com – Mostra e explica mais de 2.500 símbolos, de ideogramas da Antiguidade ao ejetar do videocassete;
  59. The Devil’s Dictionary – Discorre sobre os termos relacionados com uma visão politicamente incorreta. O texto original foi escrito em 1911;
  60. Webopedia – Dicionário de informática e tecnologia da informação que também indica links para obter mais informações;
  61. Acronym Finder – Oferece o significado de siglas e acrônimos, principalmente em inglês;
  62. Allwords.com – Procura palavras pelo início ou pelo fim em inglês, holandês, francês, alemão, italiano e espanhol;
  63. Das Deutsche Wörterbuch – Dicionário de alemão, indicado para quem já fala o idioma;
  64. Dicionário de Gírias – Organizado por edições, este site explica termos da linguagem oral e abre espaço para internautas contribuírem com novos vocábulos;
  65. Dicionário Libras – Reúne animações ensinando a realizar cerca de 700 gestos da linguagem brasileira de sinais;
  66. FreeTranslation.com – Traduz, rapidamente, textos de até 10 mil caracteres e páginas da Internet;
  67. Dictionary.com – Dicionário e tesauro de inglês, bastante completo, com conteúdo de 11 fontes;
  68. Garzanti Linguistica – Dicionário de italiano, traduz termos para o inglês;
  69. LEO English German Dictionary – Dicionário inglês-alemão, útil também para descobrir o gênero dos termos pesquisados;
  70. Michaelis – Dicionário de língua portuguesa, útil também para compreender algumas regras ortográficas;
  71. OneLook – Afirma ser capaz de localizar mais de 6 milhões de termos em 954 dicionários catalogados;
  72. The American Heritage Dictionary – Apresenta definições. Destaque para áudio com pronúncia em inglês;
  73. Travlang – Encontra tradutores para idiomas como esperanto, sueco e holandês;
  74. Wordsmyth – Encontre palavras por aproximação. Este dicionário possui versão para crianças, que indica palavras relacionadas;
  75. YourDictionary.com – Além de definir termos em inglês, traz indicações de centenas de dicionários de outros idiomas.
  76. Linguee – Dicionário para diversos idiomas
  77. DicSiglas –  Dicionário de siglas, abreviações, termos e expressões
  78. Origem das Palavras – Aprenda a origem das palavras
  79. Dicionário de Português

  80. Dicionário de Sinônimos

  81. Dicionário de Antônimos

  82. Dúvidas de Português

  83. Significados, conceitos e definições

 

Sobre o autor: Roberta Fraga

Crio seres imaginários, escrevo contos, costuro histórias.

Como os Psicodélicos Salvaram Minha Vida

 

 

Agradecemos ao Vitor Reinaque Mutinari por ter contribuído ao blog com a tradução do artigo.

Eu te convido para dar um passo atrás e limpar sua mente de décadas de falsa propaganda. Os governos do mundo todo mentiram para nós sobre os benefícios da maconha medicinal. O público também foi desinformado sobre psicodélicos.

Essas substâncias não viciantes – MDMA, Ayahuasca, Ibogaína, Cogumelos com Psilocibina, Peyote e muitos mais – são comprovadamente rápidas e eficientes ao ajudar pessoas a se curarem de traumas, TEPT (Transtorno de Estresse Pós Traumático), ansiedade, vício e depressão.

 

Minha experiência com sintomas de Ansiedade e TEPT

Eu fui atraída para o jornalismo desde jovem pelo desejo de fornecer uma voz ao ‘pequeno cara’. Por quase uma década trabalhando como correspondente investigativa da CNN e jornalista independente, eu me tornei uma porta voz dos oprimidos, vitimados e marginalizados. Meu caminho de jornalismo submersivo trouxe-me mais próxima de minhas fontes, vivendo a história para ter uma real compreensão do que estava acontecendo.

Falando em uma conferência de imprensa no Líbano sobre abusos dos direitos humanos que presenciei enquanto repórter no Barein.

Falando em uma conferência de imprensa no Líbano sobre abusos dos direitos humanos que presenciei enquanto repórter no Barein.

Após muitos anos de reportagem, eu percebi uma infeliz consequência do meu estilo – havia-me imergido muito profundamente nos traumas e sofrimento das pessoas que entrevistei. Comecei a ter problemas para dormir quando suas faces apareceram nos meus sonhos mais sombrios. Passei muito tempo absorvida em um mundo de desespero e minha incapacidade de defesa permitiu que o trauma dos outros se estabelecesse dentro de minha mente e ser. Combinando isso com as diversas experiências violentas enquanto trabalhando no campo e eu estava no meu pior. Uma vida de reportagens no limite levou-me à beira da minha própria sanidade.

Porque eu não consegui encontrar uma maneira de processar minha angustia, ela cresceu como um monstro, manifestando-se em um estado constante de ansiedade, perda de memória de curto prazo, sonolência e hiperexcitação. As palpitações me fizeram sentir como se estivesse batendo na porta da morte.

Porque escolhi Medicinas Psicodélicas

Enquanto na CNN, eu investigava questões ambientais e de direitos humanos.

Enquanto na CNN, eu investigava questões ambientais e de direitos humanos.

Remédios prescritos e antidepressivos servem um propósito, mas eu sabia que eles não estavam no meu caminho de cura após minhas investigações terem exposto seus efeitos colaterais sinistros, incluindo crianças nascendo dependentes das medicações após suas mães não conseguirem largar seus vícios. Mascarar os sintomas de uma condição psicológica mais profunda com uma pílula parecia como colocar um Band-Aid num ferimento à bala.

Eu fiquei ciente dos poderes curativos em potencial dos psicodélicos como uma convidada do podcast Joe Rogan Experience em Outubro de 2012. Joe me contou que cogumelos psicodélicos transformaram sua vida e tinham potencial para mudar o curso da humanidade para melhor. Minha reação inicial foi achar divertido e ficar um pouco incrédula, mas a semente havia sido plantada.

Psicodélicos eram uma escolha estranha para alguém como eu. Eu cresci no Centro-Oeste e fui alimentada por 30 anos de propaganda explicando o quão horrível essas substâncias eram para minha saúde. Você pode imaginar meu queixo caído de surpresa quando, após o podcast do Rogan, encontrei artigos sobre os maravilhosos efeitos dessas substâncias que se comportavam mais como medicinas do que drogas. Artigos como este aqui, este, este, este, e este. E estudos como este, este, este, este, este… e este… todos exemplos angustiantes de come fomos enganados pelas autoridades que classificaram os psicodélicos como narcóticos schedule 1 (classificação oficial norte-americana), ‘sem valores medicinais’ apesar de dezenas de estudos científicos provando o contrário.

 

Viajando Pelo Mundo

Tendo apenas experimentado uma única vez um estranho baseado de maconha na faculdade, em Março de 2013 eu me encontrava embarcando em um avião para Iquitos, Peru para experimentar um dos mais poderosos psicodélicos da terra. Deixei meu carro no aeroporto, apressadamente arrumei meus pertences em uma mochila e me dirigi para a floresta Amazônica colocando minha fé cega em uma substância que a uma semana atrás eu mal conseguia pronunciar: ayahuasca.

A bebida ayahuasca é preparada pela combinação de folhas de chacrona, que contém o poderoso psicodélico DMT), com a vinha ayahuasca.

A bebida ayahuasca é preparada pela combinação de folhas de chacrona, que contém o poderoso psicodélico DMT), com a vinha ayahuasca.

Ayahuasca é um chá medicinal que contém o composto psicodélico dimetiltriptamina, ou DMT. A bebida está se espalhando pelo mundo após inúmeras anedotas terem mostrado que a bebida tem o poder de curar ansiedade, TEPT, depressão, dores inexplicáveis, e inúmeras aflições físicas e mentais. Estudos sobre bebedores de longo prazo de ayahuasca mostraram que eles são menos suscetíveis a vícios e possuem níveis elevados de serotonina, neurotransmissor responsável pela felicidade.

Se eu tinha alguma ressalva, dúvida, ou descrença, elas foram rapidamente expelidas logo após minha primeira experiência com ayahuasca. O chá de gosto horrível vibrou através de minhas veias e dentro do meu cérebro enquanto a medicina escaneava meu corpo. Meu campo de visão foi engolfado com uma profusão de cores e padrões geométricos. Quase instantaneamente, eu tive uma visão de um muro de tijolos. A palavra ‘ansiedade’ estava pintada em spray em grandes letras no muro. “Você deve curar sua ansiedade, ” a medicina sussurrou. Eu entrei num estado de sonho onde memórias traumáticas foram finalmente desalojadas do meu subconsciente.

Era como se eu estivesse assistindo um filme da minha vida inteira, não como meu ‘eu emocional’, mas como uma observadora objetiva. Esse vívido filme introspectivo foi exibido em minha mente enquanto eu revivia minhas cenas mais dolorosas – o divórcio dos meus pais quando eu tinha apenas 4 anos de idade, relacionamentos passados, ser baleada por policiais enquanto fotografava um protesto em Anaheim e sendo esmagada em baixo de uma multidão enquanto fotografava um protesto em Chicago. A ayahuasca me permitiu reprocessar esses eventos, separando o medo e emoção das memórias. A experiência foi equivalente a dez anos de terapia em uma sessão de ayahuasca de oito horas.

Nós esperamos nervosamente que a cerimônia de ayahuasca começasse. Nós deram dado baldes para os intensos efeitos abortivos da medicina.

Nós esperamos nervosamente que a cerimônia de ayahuasca começasse.

Mas a experiência, e muitas experiências psicodélicas para esse propósito, foi aterrorizante algumas vezes. Ayahuasca não é para todos- você deve estar disposto a revisitar alguns lugares bem escuros e se render para o incontrolável, fluxo feroz da medicina. Ayahuasca também causa vômitos e diarreia violentos, que os xamãs chamam de “melhorar” porque você está purgando o trauma de seu corpo.

Após sete sessões de ayahuasca nas selvas do Peru, o nevoeiro que encobriu minha mente sumiu. Eu era capaz de dormir novamente e noticiei melhoras na minha memória e menos ansiedade. Eu ansiava absorver o máximo de conhecimento possível sobre essas medicinas e passei o ano seguinte viajando pelo mundo em busca de mais curadores, professores e experiências pelo jornalismo submersivo.

Eu fui atraída para os cogumelos com psilocibina após ler como eles reduziam a ansiedade em pacientes terminais de câncer. Ayahuasca mostrou me que meu distúrbio principal era ansiedade, e eu sabia que ainda tinha trabalho a fazer para consertar isso. Cogumelos com psilocibina não são neurotóxicos, são não viciantes, e estudos mostraram que eles reduzem ansiedade, depressão, e até levam a neurogênese, ou o crescimento de células cerebrais. Porque governos do mundo todo mantem fungos tão profundos fora do alcance do povo?

A curandeira abençoou me enquanto eu comia uma folha cheia de cogumelos com psilocibina para a cerimônia de cura.

A curandeira abençoou me enquanto eu comia uma folha cheia de cogumelos com psilocibina para a cerimônia de cura.

Depois de Peru, eu visitei curandeiras em Oaxaca, Mexico. Os mazatecos haviam usado cogumelos com psilocibina como sacramento e medicinalmente por centenas de anos. Curandeira Dona Augustine me serviu uma folha repleta de cogumelos durante uma belíssima cerimônia diante de um altar católico. Enquanto ela cantava canções milenares, eu observava o pôr-do-sol sobre a paisagem montanhosa em Oaxaca e um profundo senso de conexão lavou meu inteiro ser. A beleza inata me levou a uma perda das palavras; uma súbita manifestação de emoção me pôs em lagrimas. Eu chorei pela noite e junto com cada lagrima, uma pequena porção do meu trauma escorria pelo meu rosto e dissolvia-se no chão da floresta, me libertando de sua energia tóxica.

Cogumelos com psilocibina não são neurotóxicos, são não viciantes, e um estudo da Universidade do Sul da Florida mostrou que eles podem reparar danos cerebrais causados por trauma.

Cogumelos com psilocibina não são neurotóxicos, são não viciantes, e um estudo da Universidade do Sul da Florida mostrou que eles podem reparar danos cerebrais causados por trauma.

Talvez o mais espantoso, os cogumelos silenciaram a parte autocritica de minha mente por tempo suficiente para eu reprocessar a memória sem medo ou emoção. Os cogumelos possibilitaram-me lembrar de um dos momentos mais aterrorizantes de minha carreira: quando fui detida sob miras de armas no Bahrein enquanto filmava um documentário para CNN. Eu havia perdido qualquer lembrança daquele dia quando homens mascarados apontaram armas em nossas cabeças e forçaram minha equipe e eu ao chão. Durante uma boa meia hora, eu não sabia exatamente se iriamos ou não sobreviver.

Eu passei muitas noites sem dormir procurando desesperadamente por memórias daquele dia, mas elas estavam trancadas em meu subconsciente. Eu sabia que as memórias ainda me assombravam porque a qualquer momento eu iria ver ‘disparadores’ de TEPT, como barulhos altos, helicópteros, soldados, ou armas, e uma onda de ansiedade e pânico iriam inundar meu corpo.

A psilocibina era a chave para destrancar o trauma, possibilitando-me aliviar o aprisionamento momento a momento, fora do meu corpo, como um observador objetivo sem emoção. Eu espiei dentro da van da CNN e vi meu antigo eu sentada no banco traseiro, helicópteros barulhentos sob nossas cabeças. Minha produtora Taryn estava sentada a minha direita tentando freneticamente fechar a porta da van enquanto nos tentávamos escapar. Eu ouvi Taryn gritar “armas!” quando homens mascarados pularam dos veículos de segurança que cercavam a van. Eu observei enquanto eu rastejava desesperadamente até uma mochila no chão, pegando meu cartão de identificação da CNN e pulando fora da van. Vi-me deitada no chão em posição de criança, poeira cobrindo meu corpo e face. Observei-me enquanto lancei minha mão com o emblema da CNN no ar acima da minha cabeça gritando “CNN, CNN, não atirem!!”

Eu vi a dor em minha face quando as forças de segurança jogaram o ativista de direitos humanos e amigo querido Nabeel Rajab contra o carro de segurança e começaram a perturba-lo. Eu vi o terror em minha face enquanto olhei para minha camisa, braços no ar, rezando para que as fitas de vídeo escondidas em meu corpo não caíssem no chão.

Durante a cerimônia a psilocibina libera memórias traumáticas armazenadas no fundo do meu subconsciente para que eu possa processa-las e curar. A experiência é intensamente introspectiva.

Durante a cerimônia a psilocibina libera memórias traumáticas armazenadas no fundo do meu subconsciente para que eu possa processa-las e curar. A experiência é intensamente introspectiva.

Enquanto revivia cada momento de aprisionamento, reprocessei cada memória movendo-as da pasta “medo” para seu novo permanente lar na pasta “seguro” no disco rígido de meu cérebro.

Cinco cerimônias com cogumelos com psilocibina curaram minha ansiedade e os sintomas de TEPT. As borboletas que tinha um lar permanente em meu estomago voaram para longe.

Psicodélicos não são a solução completa. Para mim, eles foram uma chave que abriu a porta para a cura. Ainda tenho que trabalhar para manter a cura com o uso de tanques de flutuação, meditação, e yoga. Para os psicodélicos serem efetivos, é essencial que eles sejam tomados com o estado mental adequado em um ambiente descontraído propicio para a cura, e que todas as possíveis interações medicamentosas tenham sido cuidadosamente pesquisadas. Pode ser fatal se Ayahuasca for misturada com antidepressivos prescritos.

Fui abençoada com uma natureza curiosa e uma teimosia de sempre questionar autoridade. Se tivesse optado por um roteiro de um médico e me resignado na esperança que as coisas simplesmente melhorassem, eu nunca teria descoberto todo o alcance da minha mente e coração. Tivesse eu bebido o Kool-Aid e acreditado que todas as ‘drogas’ fossem ruins e sem valor medicinal, talvez estivesse no meio de uma batalha com TEPT.

A Criação do Reset.me

Este mesmo mundo que exalta a guerra, a violência, o mercantilismo, a destruição ambiental e o sofrimento proibiu algumas das chaves mais profundas para a paz interior. A Guerra às Drogas não é baseada na ciência. Se fosse, duas das drogas mais mortais da Terra – álcoole tabaco – seriam ilegais. Aqueles que sofrem com trauma se tornaram vitimas dessa guerra falida e perderam um dos modos mais eficientes de cura.

A humanidade enlouqueceu como resultado.

Lyon e um cientista abrem o estômago de peixe para procurar lixo plástico durante filmagens de um documentário sobre a poluição oceânica excessiva de plástico.

Lyon e um cientista abrem o estômago de peixe para procurar lixo plástico durante filmagens de um documentário sobre a poluição oceânica excessiva de plástico.

Passei dez anos testemunhando a insanidade coletiva como jornalista da linha de frente – guerras, derramamento de sangue, destruição ambiental, escravidão sexual, mentiras, vicio, ódio, medo.

Mas eu entendi tudo errado jornalisticamente. Eu estava focando nos sintomas de uma sociedade doente, ao invés de estar atacando a raiz da causa: trauma não processado.
Nós todos temos trauma. Trauma se aloja em criminosos violentos, a esposa que traí, políticos corruptos, aqueles que sofrem de transtornos mentais, vícios, dentro deles muito medo de assumir riscos e atingir seu pleno potencial.

Se não for adequadamente processado e purgado, trauma é cimentado no disco rígido da mente, crescendo em uma parasita obscuro que eleva sua cabeça feia por toda a vida de uma pessoa. Os ferimentos nos mantem trancados em uma grade de medo, preso atrás de uma personalidade não verdadeira para a alma, trabalhando em um emprego mundano ao invés de seguir uma paixão, repetindo o ciclo de abuso, destruindo o ambiente, ferindo uns aos outros. O sofrimento mais comum e severo é infligido na infância sequestrando o lugar do motorista para a fase adulta, conduzindo o indivíduo em uma estrada privada de felicidade. Renomado especialista em vícios Gabor Mate diz, “O maior causador de vícios severos é sempre o trauma infantil”.

Nós vivemos em um mundo cheio de feridas e quando deixadas sem tratamento, elas são passadas sem cerimônia de uma geração para outra, assim o ciclo traumático continua com toda sua brutalidade destrutiva.

Mas há esperança. Nós podemos transformar o curso da humanidade ao purgar coletivamente nossa mágoa/pesar e curando a nível individual, com ajuda das medicinas psicodélicas. Uma vez curados em nível individual, nós veremos uma dramática transformação positiva na sociedade como um todo.

Eu fundei o website reset.me para produzir e agregar jornalismo sobre consciência, medicinas naturais, e terapias. O explorador psicodélico Terrence McKenna comparou tomar psicodélicos com apertar o ‘botão reiniciar’ no seu disco rígido interno, limpando todo lixo, e recomeçando. Eu criei o reset.me para ajudar conectar aqueles que precisam apertar o ‘botão reiniciar’ na vida com o jornalismo cobrindo as ferramentas que nos permitem curar.

É uma crise de direitos humanos os psicodélicos não estarem acessíveis para a população em geral. É insano que governos do mundo todo tenham proibido as próprias medicinas que pode emancipar nossas almas do sofrimento.

É tempo de parar essa loucura.

 

http://mundocogumelo.com

Rocker 430 Vacuum/pressure pump



Fri, 05/22/2015 - 1:19pm

New Star Environmental
 

 New Star Environmental is pleased to introduce the Rocker 430 Vacuum/Pressure Pump that is driven by pistons without the need of lubricant, regular oil changes or maintenance and produces no oil mist exhaust. The Rocker pump is equipped with a Prote filter cartridge that can prevent large amounts of liquid from entering the pump. It also filters particles and moisture to prolong the service life of the pump. The Model 430 has a built-in thermal protection device to shut off the pump automatically when overheated and then resume working when the temperature cools down. The Rocker 430 is CE and CSA certified, equipped with a 1/6 hp motor and provides a maximum power of 34 lpm (110V), 28 lpm, (220V) and maximum pressure of 80 psi and -630 mm Hg of maximum vacuum.

New Star Environmental, www.newstarenvironmental.com
 

Stereolabs' ZED camera delivers long range 3D vision



 

The ZED 3D camera is a light weight, low cost, high quality 3D camera with a variety of uses


The ZED 3D camera is a light weight, low cost, high quality 3D camera with a variety of uses (Credit: Stereolabs)

Image Gallery (4 images)

San Francisco-based Stereolabs has launched a new 3D camera that promises to deliver high quality 3D image capture at a less than astronomical price. The compact, lightweight ZED 3D vision sensor can measure distances out to 20 meters (65 feet) and work indoors and out, making it a strong candidate for applications such as large-scale architectural scanning and obstacle detection for self-driving cars and unmanned drones.

Stereo cameras are passive devices that work by comparing two images taken by cameras several inches apart. Computer software looks at the distance in pixels between similar features in each image and use that to estimate the depth or distance from the camera to objects in the scene. These algorithms require precise calibration of the cameras in order to work.

Stereolabs was founded by Cecile Schmollgruber, Edwin Azzam and Olivier Braun back in 2010. Their original customers were movie studios doing special effects. Stereolabs would come in and capture a movie set in 3D using scanners and 3D cameras so that the computer animators could come in later and add the dinosaurs, rampaging green superheroes, or legions of zombies to the scene. This experience led them to conclude that there was a need in the market for good quality stereo cameras at a reasonable price – there are some low cost 3D sensors with poor sensors, and some high end, expensive laboratory cameras, but nothing at a reasonable price with good quality optics and video.
As a result Stereolabs spent years developing its 3D camera software, and the past 12 months working on the ZED hardware.

Based-on smart phone camera technology, the ZED camera was designed to be small, lightweight, low cost, and still have high quality output. The two cameras each have 4,416 x 1,242 pixel sensors in a 16 x 9 wide screen format. The optics allow 110 degrees field of view. The cameras are spaced 120mm (4.7 inches) apart, which with the dense pixel video gives usable stereo depth information from 1.5 to 20 m (5-65 ft). The unit itself measures 175 x 30 x 33 mm (6.89 x 1.18 x 1.3’’) and weighs 159 g (0.35 lb).

Gizmag talked to Cecile Schmollgruber, the CEO of Stereolabs, who explained that all of the calibration for the ZED camera is done within the device, and it automatically calibrates itself for quality depth sensing.

The ZED camera does not do all of the work by itself, though. The 3D camera sends side-by-side video images to a host computer that processes the data. For full capability, Stereolabs recommends having a CUDA-capable computer with an NVIDA graphics card.

Specifically, Schmollgruber recommends the NVIDIA Jetson TK1 embedded processing board, a single-board computer with a small form factor and a CPU-GPU combined chip. This board would allow 3D stereo processing on vehicles and other mobile applications of the ZED camera.

The potential applications for the ZED camera are numerous. It can be a long range 3D sensor for unmanned vehicles, self driving cars or small-scale mobile robots, it can capture 3D scenes and buildings to incorporate into computer animation and rendering, and collect detailed images of objects in three dimensions so they can be replicated with a 3D printer. It could also be part of a 3D video conferencing system where the participants wear HMD (Head Mounted Displays) like the Oculus Rift, or used for various types of recognition and tracking systems or tasks such as counting crowds at football stadiums.
The ZED camera is now available for US$449, with delivery times of two to three weeks expected.
 

The Surreal Paintings of Vladimir Kush


posted by Damian M.
source : www.designerscouch.org

Estudo prevê extinção do sexo masculino em 5 milhões de anos.



Dado a fragilidade do cromossoma Y - gene que determina o sexo masculino - um estudo da investigadora australiana Jennifer Graves prevê que o sexo masculino esteja em extinção dentro de cinco milhões de anos.

A cientista da Universidade de Camberra explicou a sua investigação durante uma palestra na Academia Australiana de Ciência afirmando que a questão do desaparecimento do cromossoma Y é "um acidente evolutivo".

Na palestra "O Declínio e a Queda do Cromossoma Y e o Futuro do Homem", Jennifer discutiu o desaparecimento do cromossoma e as implicações para o ser humano. A cientista ainda não sabe o que vai acontecer quando o cromossoma Y desaparecer totalmente, mas faz o paralelo com uma espécie de roedor que vive no Japão que consegue reproduzir-se sem o cromossoma Y.

Recordando que os homens têm cromossomas XY e as mulheres XX, Jennifer Graves disse que a estrutura do Y apresentar-se hoje mais frágil em relação ao X. Sendo que há três milhões de anos, o cromossoma Y tinha cerca de 1400 genes, agora tem menos de 100 e a tendência é diminuir, essa fragilidade pode significar o seu desaparecimento no futuro.

Apesar da descoberta, Jennifer Graves não acredita no fim da humanidade porque a desintegração do cromossoma Y pode levar a que outro cromossoma - que ainda não sabe qual - desempenhe o seu papel originando assim uma nova espécie.

 Fonte: Diário de Notícias.

 

(Nota do blogueiro : (Não esquenta, pessoal. Ainda temos 5 milhões de anos para fazer aquilo)

Cold improved longevity for some

Mon, 06/01/2015 - 8:13am


Laura Williams, Univ. of Michigan

Microscope image of a C. elegans roundworm by HoPo via Wikimedia Commons. 
Microscope image of a C. elegans roundworm by HoPo via Wikimedia Commons.
Century-old wisdom holds that cold-blooded creatures—flies, worms, fish—live longer in colder environments. And more recent studies have found it's true for mammals as well: Dropping the core body temperatures of mice by less than one degree Fahrenheit can extend their lives by 20%. But new research on roundworms from the Univ. of Michigan Life Sciences Institute and collaborators from Huazhong Univ. of Science and Technology in China adds a new layer of complexity to the existing models, showing that colder temperatures are not beneficial in all circumstances.
For many years, the effect was thought to be a simple matter of chemical reactions inside the organism slowing down at lower temperatures, and therefore slowing the rate of aging.
In the last few years, studies have shown genes also play an active role. In 2013, researchers at the LSI reported that the sensation of cold triggers a genetic program that promotes longevity in C. elegans worms.

The new research, published online in Cell Reports, shows for the first time that the law does not apply equally to adults and developing young. The same temperature-sensitive channel whose signaling extends the longevity of adult worms actually shortens the lifespan of larvae. Larvae raised in warmer temperatures lived about 20% longer.

"These findings show that temperature's impact on longevity is more complex than was previously thought," said study senior author Shawn Xu, the Bernard W. Agranoff Collegiate Professor in the Life Sciences at the U-M Medical School and faculty member of the LSI, where his lab is located. "It also reveals that temperature experience in early life can have a long-lasting effect in later years."

Does this mean parents shouldn't let their kids play outside in the snow? "There's no need to worry," Xu said. "People are a lot different than worms—orders of magnitude more robust and complex—but it's important to understand how these fundamental mechanisms work in much simpler organisms if we want to better understand factors that impact longevity in people."

These differences were seen at temperatures that were neither frigid nor broiling: the worms were kept between 59 and 77 F.
The process works like this: Cold air activates a receptor in the worms known as the TRPA1 channel, which is found in nerve and fat cells. This initiates a chain of biochemical signals that ultimately activates a gene known as DAF-16/FOXO, which has been associated with longevity in worms.

The current study found that the same pathway triggers the opposite effect in larvae as it does in adult worms, though it's not clear why, Xu said. The research also uncovered a critical window during larval development that had the greatest impact on longevity.
Since mammals share much of the same genetic programs, it raises the possibility that exposure to cold—or pharmacological stimulation of the cold-sensitive genetic program—could also affect longevity in humans, Xu noted.

Source: University of Michigan

World's first ocean cleaning system to be deployed in 2016


By: The Ocean Cleanup Team
 
Boyan Slat, 20-year old founder and CEO of The Ocean Cleanup, today announced that the world’s first system to passively clean up plastic pollution from the world’s oceans is to be deployed in 2016. He made the announcement at Asia’s largest technology conference, Seoul Digital Forum, in South-Korea.
The array is projected to be deployed in Q2 2016. The feasibility of deployment, off the coast of Tsushima, an island located in the waters between Japan and South-Korea is currently being researched
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The system will span 2000 meters, thereby becoming the longest floating structure ever deployed in the ocean (beating the current record of 1000 m held by the Tokyo Mega-Float). It will be operational for at least two years, catching plastic pollution before it reaches the shores of the proposed deployment location of Tsushima island. Tsushima island is evaluating whether the plastic can be used as an alternative energy source.
The scale of the plastic pollution problem, whereby in the case of Tsushima island, approximately one cubic meter of pollution per person is washed up each year, has led the Japanese the local government to seek innovative solutions to the problem.
 
 
The deployment will represents an important milestone in The Ocean Cleanup’s mission to remove plastic pollution from the world’s oceans. Within five years, after a series of deployments of increasing scale, The Ocean Cleanup plans to deploy a 100km-long system to clean up about half the Great Pacific Garbage Patch, between Hawaii and California.

Boyan Slat, founder and CEO of The Ocean Cleanup: “Taking care of the world’s ocean garbage problem is one of the largest environmental challenges mankind faces today. Not only will this first cleanup array contribute to cleaner waters and coasts but it simultaneously is an essential step towards our goal of cleaning up the Great Pacific Garbage Patch. This deployment will enable us to study the system’s efficiency and durability over time.

domingo, 31 de maio de 2015

Researchers find “lost” memories


Fri, 05/29/2015 - 7:27am
Helen Knight, MIT News correspondent

Image: Christine Daniloff/MIT
Image: Christine Daniloff/MIT

Memories that have been “lost” as a result of amnesia can be recalled by activating brain cells with light.
In a paper published in Science, researchers at Massachusetts Institute of Technology (MIT) reveal that they were able to reactivate memories that could not otherwise be retrieved, using a technology known as optogenetics.
The finding answers a fiercely debated question in neuroscience as to the nature of amnesia, according to Susumu Tonegawa, the Picower Professor in MIT’s Dept. of Biology and director of the RIKEN-MIT Center at the Picower Institute for Learning and Memory, who directed the research by lead authors Tomas Ryan, Dheeraj Roy and Michelle Pignatelli.

Neuroscience researchers have for many years debated whether retrograde amnesia—which follows traumatic injury, stress, or diseases such as Alzheimer’s—is caused by damage to specific brain cells, meaning a memory cannot be stored, or if access to that memory is somehow blocked, preventing its recall.

“The majority of researchers have favored the storage theory, but we have shown in this paper that this majority theory is probably wrong,” Tonegawa says. “Amnesia is a problem of retrieval impairment.”

Memory researchers have previously speculated that somewhere in the brain network is a population of neurons that are activated during the process of acquiring a memory, causing enduring physical or chemical changes.
If these groups of neurons are subsequently reactivated by a trigger such as a particular sight or smell, for example, the entire memory is recalled. These neurons are known as “memory engram cells.”

Shedding light
In 2012 Tonegawa’s group used optogenetics—in which proteins are added to neurons to allow them to be activated with light—to demonstrate for the first time that such a population of neurons does indeed exist in an area of the brain called the hippocampus.

However, until now no one has been able to show that these groups of neurons do undergo enduring chemical changes, in a process known as memory consolidation. One such change, known as “long-term potentiation” (LTP), involves the strengthening of synapses, the structures that allow groups of neurons to send signals to each other, as a result of learning and experience.

To find out if these chemical changes do indeed take place, the researchers first identified a group of engram cells in the hippocampus that, when activated using optogenetic tools, were able to express a memory.
When they then recorded the activity of this particular group of cells, they found that the synapses connecting them had been strengthened. “We were able to demonstrate for the first time that these specific cells—a small group of cells in the hippocampus—had undergone this augmentation of synaptic strength,” Tonegawa says.
The researchers then attempted to discover what happens to memories without this consolidation process. By administering a compound called anisomycin, which blocks protein synthesis within neurons, immediately after mice had formed a new memory, the researchers were able to prevent the synapses from strengthening.
When they returned one day later and attempted to reactivate the memory using an emotional trigger, they could find no trace of it. “So even though the engram cells are there, without protein synthesis those cell synapses are not strengthened, and the memory is lost,” Tonegawa says.
But startlingly, when the researchers then reactivated the protein synthesis-blocked engram cells using optogenetic tools, they found that the mice exhibited all the signs of recalling the memory in full.
“If you test memory recall with natural recall triggers in an anisomycin-treated animal, it will be amnesiac, you cannot induce memory recall,” Tonegawa says. “But if you go directly to the putative engram-bearing cells and activate them with light, you can restore the memory, despite the fact that there has been no LTP.”

“Groundbreaking paper” 
Further studies carried out by Tonegawa’s group demonstrated that memories are stored not in synapses strengthened by protein synthesis in individual engram cells, but in a circuit, or “pathway” of multiple groups of engram cells and the connections between them.
“We are proposing a new concept, in which there is an engram cell ensemble pathway, or circuit, for each memory,” he says. “This circuit encompasses multiple brain areas and the engram cell ensembles in these areas are connected specifically for a particular memory.”

The research dissociates the mechanisms used in memory storage from those of memory retrieval, according to Ryan. “The strengthening of engram synapses is crucial for the brain’s ability to access or retrieve those specific memories, while the connectivity pathways between engram cells allows the encoding and storage of the memory information itself,” he says.
Changes in synaptic strength and in spine properties have long been associated with learning and memory, according to Alcino Silva, director of the Integrative Center for Learning and Memory at the Univ. of California at Los Angeles. “This groundbreaking paper suggests that these changes may not be as critical for memory as once thought, since under certain conditions, it seems to be possible to disrupt these changes and still preserve memory,” he says. “Instead, it appears that these changes may be needed for memory retrieval, a mysterious process that has so far evaded neuroscientists.”

Source: Massachusetts Institute of Technology